quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Juiz não é diferente dos demais trabalhadores-1
Ganha força em São Paulo e todo Brasil, a pressão sobre o Judiciário para reduzir os privilégios que a classe tem. É sinal que a sociedade não aceita mais a mentalidade dos tempos do período colonial, de que o magistrado pertence a uma “casta” diferenciada. Essa é uma avaliação do professor de História do Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV) de São Paulo, José Reinaldo de Lima Lopes. Acho que está em curso uma mudança de perspectiva e de visão social do Judiciário. Está cada vez mais forte a mentalidade de que o juiz é um prestador de serviço como outro, afirmou. Na França, quem escolher a carreira de Juiz já sabe que sempre pertencerá a classe média.
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