O endométrio é uma mucosa que reveste internamento o útero, sensível as alterações do ciclo menstrual, e onde o óvulo depois de fertilizado se implanta. Se não houver fecundação, boa parte do endométrio é eliminada durante a menstruação. O que sobra do endométrio volta a crescer e o processo todo se repete a cada ciclo. Por sua vez, a endometriose é uma afecção inflamatória por células do endométrio que, em vez de serem expelidas, migram no sentido oposto e caem nos ovários, onde voltam a multiplicar-se e sangrar. A endometriose profunda é a forma mais grave da doença que pode ser conseqüente de parte do sangue que reflua através das trompas durante a menstruação e se deposite em outros órgãos.
Outra hipótese da doença é que ela seja genética uma vez que o fator genético deva sempre ser levado em consideração. Outros fatores de risco como a imunidade, estresse e ansiedade, assim como o número de ,menstruações. Hoje, a mulher menstrua cerca de 400 vezes na vida. Outrora, a mulher menstruava apenas 40 vezes pois a primeira menstruação vinha mais tarde e a mulher engravidava mais cedo.
Clínica – a) dismenorréia ( dor pélvica que acontece antes e depois da menstruação ); b) Infertilidade; c) Sintoma urinários com micções dolorosas; d) Dor lombar crônica; e) Desconforto abdominal: f) Dispaneuria ( dor durante ou logo após o ato sexual.
Diagnostico:- Pelo exame ginecológico, ultrassonografia, ressonância magnética, visualizações das lesões por laparoscopia, exames laboratoriais, marcadores tumorais], etc. Tratamento - Vai depender da idade da paciente, da extensão das lesões, das severidades dos sintomas, da duração da infertilidade e dos planos reprodutivos do casal.
Por Andréia Fumagalli, enfermeira

Nenhum comentário:
Postar um comentário